quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Jogo da Amarelinha - Júlio Cortázar

“… A idéia é que a realidade, seja da Santa Sé, a de René Char ou a de Oppenheimer é, sempre uma realidade convencional, incompleta e dividida. A admiração de alguns caras diante de um microscópio eletrônico não me parece mais fecunda que a admiração das porteiras pelos milagres de Lourdes. Acreditar naquilo que chamam de matéria e acreditar naquilo que chamam espírito, viver em Emmanuel ou seguir cursos de Zen, ver o destino humano como um problema econômico ou como um puro absurdo, a lista é longa, a escolha múltipla…”