quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Lygia Fagundes Telles
"É preciso amar o inútil. Criar pombos sem pensar em comê-los, plantar
roseiras sem pensar em colher rosas, escrever sem pensar em publicar,
fazer coisas assim, sem esperar nada em troca. A distância mais curta
entre dois pontos pode ser a linha reta, mas é nos caminhos curvos que
se encontram as melhores coisas da vida. A música. Este céu que nem
promete chuva. Aquela estrelinha nascendo ali… está vendo aquela
estrelinha? Há milênios não tem feito nada, não guiou os reis magos, nem
os pastores, nem os marinheiros perdidos… apenas brilha. Ninguém repara
nela porque é uma estrela inútil. Pois é preciso amar o inútil porque
no inútil está a beleza. No inútil também está Deus."
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
A Invenção do Dia Claro - José de Almada Negreiros
“Há palavras que fazem bater mais depressa o coração – todas as
palavras– umas mais do que outras, qualquer mais do que todas. Conforme
os lugares e as posições das palavras. Segundo o lado donde se ouvem –
do lado do Sol ou do lado onde não há o Sol. Cada palavra é um pedaço do
universo. Um pedaço que faz falta ao universo. Todas as palavras juntas
formam o Universo. As palavras querem estar nos seus lugares!”
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Feliz dia dos Astrólogos!
- ”Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo.” (Mateus II, 1-2)
(*) Em Mt. II, 2, Bíblia Sagrada, Editora Ave Maria Ltda., SP, 1993, há um asterisco após a palavra magos remetendo à nota de rodapé onde se lê:
Magos: a tradição popular diz que foram reis. Não o sabemos, porém. Deveriam ser sábios, astrônomos ou astrólogos.
(*) Em Mt. II, 2, Bíblia Sagrada, Editora Ave Maria Ltda., SP, 1993, há um asterisco após a palavra magos remetendo à nota de rodapé onde se lê:
Magos: a tradição popular diz que foram reis. Não o sabemos, porém. Deveriam ser sábios, astrônomos ou astrólogos.
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| Tessa Edwards |
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Carlos Drummond de Andrade
“E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
domingo, 1 de janeiro de 2012
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